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domingo, 4 de outubro de 2015

A meta de cada vida é busca pela compreensão da alma

A busca pela compreensão da alma


Momentos. Vivemos de momentos ou de realizações? Esta resposta é pessoal. cada um deve respondê-la intimamente. Não na correria do dia-a-dia, mas naquele cantinho especial da casa, do trabalho ou do local de reflexão espiritual. Ok, você pode estar pensando, mas não tenho tempo?! Compreendo. Convido você então a investir um tempinho aqui no nosso cantinho de paz. Tenho refletido bastante sobre este tema, até baseado em um momento pessoal que vivo.


Na minha visão, é preciso refletir sobre este tema. Talvez seja O tema. Aquele que responde uma das perguntas básicas que sempre nos perseguem: Qual a razão da nossa existência? Qual a nossa missão aqui na Terra?

Se refletirmos bastante, ou até ao contrário, se refletirmos pouco, e formos mais diretos ao ponto, quem sabe possamos enxergar uma realidade interessante.

Ver o externo

Muitos de nós, e me enquadro neste grupo, porque não, perdemos tempo demais olhando para fora de nós.


Observem, não quero aqui dizer que questões como os cuidados com o corpo, fazer exercícios físicos, se olhar no espelho, comprar algo no shopping center, comer aquela comidinha boa da mãe, vestir roupas adequadas, ou ter uma residência bem cuidada não são ocupações que nossa mente não deva ser parcelada.

Muito pelo contrário. Defendo aqui, todos estes anos de blog que o equilíbrio entre corpo, mente e espírito é a meta. Ou melhor a chave-mestra. Várias culturas e filosofias, orientais ou ocidentais, adotaram este caminho, mesmo respeitando outras que direcionam a vida Terrena para a meditação, contemplação.

Ou por outro lado somente para o esporte ou para as artes.



Outra questão que muito aflige a humanidade, em todas as eras, é a entrega excessiva às paixões do mundo que nos cerca, principalmente das nossas próprias emoções. Como somos dependentes emocionalmente e fisicamente do outro! Existe a questão biológica que nos impulsiona à sexualidade instintivamente pela procriação da espécie. Este magnetismo está impresso em nossa consciência humana como na de todos os seres vivos. Se manter vivos, procriar para manter a espécie viva e perpetuá-la. Mas na humanidade que já dispõe de maior capacidade intelectual que as demais aqui habitantes existe a cham do amor.Que na maioria das vezes é confundida com a paixão. E justamente as paixões que tanto nos alçam ao topo das realizações coletivas da ciência, das artes, dos esportes, da tecnologia e da sociedade, nos levam a fazer o que nos perturba individualmente, nos fere, nos magoa, nos dilacera e coloca pedras enormes frente à nossa caminhada rumo à evolução. Não que a paixão humana, principalmente entre os sexos seja desaprovável, de maneira alguma, mas a perda do equilíbrio é um risco que muitos autores nos alertam e devemos olhar com carinho para este nuance.



A questão é que talvez não deveremos nos dedicar apenas ao externo e ao palpável, senão corremos o risco de sermos pegos de surpresa pelas crises materiais, com a principal: a doença, ou pelas demais, a financeira ou a emocional. Nestes casos, vemos que aquilos somente não nos bastava. E então, podem acontecer os casos de desequilíbrio, como a depressão, o suicídio, a morte prematura, os rompimentos. Lidar com as perdas e as limitações carnais é uma etapa muito profícua. Requer aceitação. E para tal, exige demais de nós . As vezes tanto que não estamos preparados naquele momento, por mais que pensemos estarmos fortes física e emocionalmente. Porque não dominamos a natureza. Não dominamos o outro. Não dominamos o Cosmo. Temos potencial, mas jamais soubemos explorá-lo, porque estávamos mais preocupados com o externo e não um pouco ocupados com o Eu mais interno.


Ver o superior

Por outro lado, muitos de nós, buscam nos seus momentos de reflexão semanal, a busca pelo Ente Superior, a busca pelo céu, a busca pelo imponderável. Aquela ida rápida à missa de domingo, ou àquele culto de sábado à noite, ou àquela reunião de sábado à tarde, para depois sair correndo desabaladamente para ir à festa do fulano ou fulana. E nos sentimos aliviados com nossa consciência não é mesmo? Ou não? Paremos para pensar um pouco!

Será que neste íntimo momento de reflexão, depois daquele compromisso religioso cumprido (as vezes cumprido com afinco, mas que foi olhando para o relógio e "louco" para acabar) e na próxima semana ao voltarmos, não aparece uma dor na consciência? Não nos pegamos pensando aquela célebre frase: "Deus tudo vê". "Deus sabe o que passa no coração de cada um".


Que momento de dor interna! Neste momento de reflexão, alguns sentem vergonha, outros lembram que queriam mesmo era sair correndo dali e nem olhar para o pastor, para o padre, para o palestrante... Gente, culpa não resolve, temos que pensar de outra forma: É uma questão de responsabilidade. Dói menos! Deus é excepcionalmente bom. Por natureza. Não nos pune. Não monitora nossas falhas em cadernetas para nos jogar ao inferno. Apenas nós é quem não aproveitamos plenamente aquele momento de estudo e reflexão espiritual, pois "estávamos com a cabeça na festa que vai acontecer depois". Cada um deve pensar sozinho agora. Um dia desses vou abordar o tema "cada um" baseando na psicografia de Chico Xavier: acho um belíssimo tema.

A questão maior é que precisamos evoluir a abrangência da busca do Ser que há em nós. Deus existe. Isto é uma constatação que é pessoal e deve ser maturada e descoberta intimamente, não engolida em alguma reunião religiosa ou pior: em um momento de dor. Pensando melhor, se for em um momento de dor, mas for verdadeiro é um grande passo, pois Jesus disse várias vezes que este caminho estaria aberto, por diversas vezes afirmou que viessem a Ele para se dirigir a Deus, Ser Supremo que nos acolhe. Como afirmou em seu Evangelho de Lucas, Jesus teria dito ao ser interpelado sobre o Reino de Deus ou dos Céus pelos doutores da Lei judaica, os fariseus. Jesus responde que "Não se poderá dizer: Ei-lo aqui! Ei-lo ali! Pois eis que Reino de Deus está dentro/no meio de vós." (Lc., XVII:20 e 21) cuja fonte foi a Bíblia de Jerusalém. Um estudo recente na qual participei na plateia concluiu em sua apresentação que o Reino de Deus que é a vida futura que nós todos temos direito por estarmos vivos e sermos espíritos imortais. Logo, basta de ansiedade e busquemos a Deus aqui na Terra agora trabalhando pelo bem, ajudando o próximo sim, mas principalmente cuidando de nossa família com amor.
Depois sendo cidadãos justos, corretos, honestos e bons. Já estaremos dando o passo necessário, mas o seguinte é mais difícil. Busque o bem ao próximo como a ti mesmo, pensando sempre: gostaria que fosse comigo? Que eu recebesse aquela palavra rude? Aquela reprimenda? Aquela agressão verbal ou pior, a física? Gostaria de ser roubado no troco? Gostaria de ser subornado? Gostaria de ser julgado prematuramente? Gostaria de ver meu nome em fofocas? Deus em Sua essência nos pega no colo ao nosso chamado. Convido a você, para tentarmos aliviar a carga divina através da busca pela evolução pessoal.


Logo meus irmãos e irmãs, ver o Ser Superior também é olhar para dentro, antes de olhar para o alto. Vamos buscar praticar isto no amor, dia-a-dia, para evitar suplicar ao alto na dor que é nosso costume. O meu, por exemplo.

Concluindo transcrevo as palavras belíssimas de São Luis sobre o tema da resposta de Jesus à pergunta sobre onde estaria o reino de Deus: " Respondendo assim, o Cristo falava em sentido figurado. Queria dizer que reina apenas sobre os corações puros e desinteressados. Ele está em qualquer lugar onde domine o amor do bem; mas, os homens ávidos das coisas deste mundo e apegados aos bens da Terra não estão com ele."

Ver o interior

Nossa fé nos impulsiona ao limite da crença. E isto é essencialmente pessoal. Cabe a cada um a tarefa de comparar o que ouve e lê com aquilo que vê e sente. Basicamente isto é a fé. A dissociação entre alguns nossos sentidos e o conhecimento. Quanto mais conhecemos, mais queremos provas? Verdade ou mentira? Depende do grau de evolução de cada um. Certo que existe o caso clássico da figura do discípulo Tomé que precisou ver para crer. Precisou tocar nas chagas abertas de Jesus para acreditar que Ele havia retornado do mundo dos mortos, conforme havia Lhes avisado sobre forma de promessa, confirmando as antigas Escrituras. Outro discípulo, creu imediatamente na visão espetacular diante do grupo. Talvez já tomado pelo sentimento da verdade por ter negado Jesus três oportunidades, vítima do medo da prisão e morte pela corte judia. Porém, a experiência de dor pessoal e reforma íntima de Pedro não diminui a lição divina da questão mundana da falta de fé. Jesus por diversas vezes afirma que a fé de cada um é o agente curador e manifestador de poder benigno. 

A busca interior pode ser oriunda de várias chamadas: há tantas oportunidades atualmente disponíveis em cursos, templos, na internet, mas penso que a maior busca é naquele tempo sozinho. Por isso valorizo tanto a meditação como formato de atmosfera de paz e luz. Nos canais do youtube há opções variadas que podem ser muito bem vindas. Somente coloco a importância de saber dosar a característica pessoal da busca. Cada um deve aprender a fórmula que o faz feliz nesta busca, no seu tempo, respeitando seu modo de enxergar cada visão, sem desprezar outras visões.

Não olhar só para si mesmo é uma reflexão que devemos ter. Olhar para dentro não é olhar para si próprio. Fuja dos maiores e perigosos sentimentos que o espírito humano pode experimentar os três cavaleiros do apocalipse: o egoísmo, a vaidade e o orgulho. São a expressão do olhar para si mesmo. Só para si. Esquecendo o outro. Ao pensarmos na iluminação, deixamos de pensar no auxílio ao próximo. E corremos o risco de cairmos nos três cavaleiros do mal humano. Podemos cair então no abismo intelectual. Sabemos demais, aplicamos de menos.

Em alguns casos o eu interior, sem cuidados especiais, deixado de lado, esquecido, largado sem o alimento do conhecimento e da luz espiritual, mas principalmente do entorno moral, manifesta-se sob a forma de graves doenças do corpo e da mente. Nestes casos, o urge o tratamento. Recomenda-se que mesmo optando pela medicina tradicional, que haja apoio das terapias alternativas e até da luz da doutrina espírita. Pode-se obter resultados maravilhosos. Mas o ponto chave é o querer. É o livre arbítrio. Não desista. Busque.

A busca pelo ser interior, para muitos passa necessariamente pela reforma intima, onde se vê obrigado a uma reforma Moral. É então que se aprende a Lei Maior; A lei do Amor. A caridade e o amor são as molas que se atraem e contraem para gerar a força do bem. Atraem parceiros da caminhada. Você já viu que a sendas do bem se unem no bom propósito? E ao fazer o bem, estamos nos reformando. Este é o sentido para nós seres imperfeitos. Aprender, aprender, aprender. E juntar forças. As molas se contraem para gear esta força que impulsiona ao destino, de forma que ao surgir uma dificuldade (e como surgem!) não desistimos, possamos levantar com os joelhos sangrando, sacudir a poeira e seguir em frente.

A reforma íntima é um caminho sem volta. Pois a lei de Deus está na consciência e como tal, impressa, no nosso espírito.


Mas somos apenas principiantes nas fileiras de estudiosos da doutrina maior. Por vezes buscamos fora o que temos que buscar dentro. De cada um de nós. Em nossas mentes. Refletir mais. Meditar mais. Se acalmar mais. Pensar antes de falar. Tivemos e temos tantos Mestres: Moisés, Maomé, Buda, Sócrates, Platão, Jesus, Paulo de Tarso, Pedro, Gandhi, Alan Kardek, Sathya Sai Baba, Chico Xavier, João Paulo II, Madre Tereza de Calcutá e mais recentemente Dalai Lama e Francisco. Outras personalidades de extrema iluminação por suas obras foram muito importantes que puderam trazer mais iluminação à humanidade como São Francisco, Martinho Lutero, Leon Dennis, Eurípedes Barsanulfo, Bezerra de Menezes e Divaldo Franco.



Recomendamos a receitinha abaixo para lutarmos incessantemente contra os males da humanidade: 



Que possamos nos iluminar com estes ensinamentos na busca interior.

O equilíbrio entre mente, corpo e espírito - a verdadeira busca pela compreensão da alma

Se as explanações acima puderam ser compreendidas, na minha pouca visão das coisas, vejo o seguinte caminho. Na vida que estou tendo a oportunidade de me dedicar neste momento, meu espírito não está sabendo integralmente de acertos, dos méritos, das lutas, das falhas, dos débitos adquiridos em outras vidas. Nesta situação caridosa, tenho apenas que trabalhar para melhorar cada vez mais, sem ansiedade, nas minhas limitações, mas não deixando que elas me paralisem. Na cesta de pensamentos benéficos, coloquemos a busca do externo, do Ser Superior e do interno para que seja gradativamente misturado em proporções adequadas às minhas necessidades para preparar meu remédio. O remédio da saúde da alma. Pois a alma é o espírito encarnado. E como tal, merece o respeito e a oportunidade de crescimento.

A busca do ser integral

Nossa busca parece utópica? Pode ser, mas é caminho e como tal deve ser aqui explanado para que seja uma meta de cada um. Se não colocarmos o esforço de cada um nos sentidos desta evolução, não teremos aprendido nada nesta encarnação.

A beleza da arte

Busquemos a arte como caminho para desenvolver a sensibilidade. 




Na pintura podemos expressar como vemos o mundo. A busca pela arte da pintura é um caminho esplêndido que traz muita realização. Busquemos alma na pintura.

O desenvolvimento dos chacras envolvidos com a capacidade de criação e da sensibilidade com as mãos e como os olhos. Olhos de quem quer enxergar.

Muitos espíritos de grande sabedoria aqui estiveram para nos bridar com belíssimas obras e que até encantam multidões nos museus de toda a Terra.





A busca pela música pode ser um caminho espetacular para a alma. A música é a linguagem universal e como tal precisa de praticantes.

Nela as pessoas se veem mais ouvidas e se reconhecem mais como irmãos. 

Desenvolvem sensibilidades das mãos, pés e ouvidos.

Os olhos por vezes se fecham para sentir a verdadeira paz da bela música. 



Busquemos alma na natureza que nos oferece verdadeiros espetáculos de beleza a cada dia.


Alma nos pássaros de cantar fácil, nos mares de força e imensidão, nas praias de alegria familiar, nas florestas misteriosas e cheias de vida, nas flores de todas as cores.


Busquemos alma nos animais fortes ou frágeis e fiéis, nos rios caudalosos ou serenos.




Busquemos alma no céu de nosso planeta azul, no Cosmo infinito. 

Na pluralidade dos planetas habitados, novas formas e vida, não nos prendendo a querer ver o que nossas mentes ainda não tem capacidade de entender.

Deixemos fluir a energia cósmica que há em nós e permitamos que a ciência e a espiritualidade não interrompam seu caminho para o conhecimento pleno.

Busquemos entender que tudo está em Deus nos dá a dimensão de nossas limitações e por outro lado da grandeza de Deus. Nos acalma a alma.









A busca de Deus é um caminho que se apresenta diante da humanidade desde os primórdios. Continuemos nesta escalada que somente nos faz bem.










Se nos depararmos com a necessidade de auxílio fraternal, sejamos suficientemente humildes para compreender o chamado que é para nós redenção para nossas faltas pregressas.








Não nos é mérito nenhum. Já nos ensinou Chico Xavier.









O amor


O amor entre duas pessoas é a questão de beleza máxima entre a alimentação da alma. Na busca pela sensualidade e pela luxúria mergulhados na paixão, nos esquecemos das metas maiores: fazer a caridade e buscar o amor. Assim, seremos felizes. De corpo e Alma.


Busquemos na família a oportunidade de aprender, de resgatar antigos débitos ou continuar belas uniões do passado. Que possamos compreender a beleza que temos em casa, mesmo quando há dificuldades a vista. Um quadro de perfeição da obra de Deus: a família. Aprendamos a agradecer a família que temos e nossa alma agradecerá.



 O amor verdadeiro nada tem de uníssono: nem somente sexo, nem somente carinho, nem somente, nem somente família e filhos, nem somente paciência, nem somente compreensão, nem somente amizade, nem somente parceria, nem somente união de sonhos, nem somente estrutura familiar. Na verdade o amor verdadeiro é tudo isto junto. Como um bolo feito com ingredientes selecionados e na dose certa, cada casal com uma receita diferente, inerente ao seu eu, formado por duas almas diferentes. Agora juntas em um cesto, misturadas amorosamente, com o fermento da vida a dois no mundo terreno, produzem uma massa uniforme que na temperatura certa e no tempo certo geram um doce de paladar espetacular: o AMOR. Busquemos o amor incondicional, sem ferir, nem ser feridos. Baseado na Lei de Deus.



 E mesmo na dificuldade, saibamos estar ao lado daquele ente que amamos para dar ao chamado o máximo que nos for permitido: atenção, carinho, paciência, ombro amigo. Esta é uma forma maravilhosa de amor que precisamos aprender a desenvolver e praticar em nossas vidas. A alma se enobrece pela oportunidade.




Ao final de nossa vida, saberemos agradecer a dádiva divina e a oportunidade, transmitindo a mensagem e energia do Cosmo aos próximos habitantes da nossa plataforma chamada Terra.




Enfim, a busca pelo corpo, mente e espírito sadios e equilibrados é a grande meta de nossas existências no Universo. Que saibamos pedir e agradecer a cada oportunidade alcançada de melhoramento, aceitando os revezes, que na maioria das vezes não podemos mudar, mas lutando para olhar para dentro, para fora e para cima em busca da Verdade: a Paz e a Luz que Jesus prometeu no Reino de Deus.

Assim sendo teremos plenitude nas nossas buscas nos enxergando como seres humanos integrais e integrados com o Cosmo. Como nas belíssimas gravuras deste artista Alex Grey que utilizei para ilustrar este momento de iluminação mais integrado.

Namastê.


Imagens: Fonte Google imagens e www.alexgrey.com






terça-feira, 25 de agosto de 2015

Esperar não é sinônimo de ficar paralisado

"Espere menos, queira menos. Nem sempre o mais é sinônimo de adição. Recuar é tão necessário quanto ir adiante. Diminuir as expectativas pode nos ajudar a entender melhor a realidade. A vida é sempre boa, mesmo sendo imperfeita." Pe. Fabio de Melo

Esperar não é sinônimo de ficar paralisado. Ao ficarmos esperando algo acontecer, podemos correr riscos. Risco de ficarmos ansiosos pela ansiedade ou risco de ficarmos paralisados pela depressão. Risco de doenças do coração e no cérebro. Risco de adoecimento do espírito. Quatro males que afligem nossa sociedade moderna com dados alarmantes.

Ansiedade

O risco de ansiedade ao esperarmos é querer antecipar o sofrimento pro algo que ainda não aconteceu é esgotar toda a energia em algo as vezes simples. As vezes pode ser até que haja problemas de difícil solução, mas a ansiedade não ajuda a resolver e sim dificulta. Provoca irritabilidade e perda de sono. Cansaço e perda de energia boa, transformando-a em negatividade. Pode haver gritos, choro, lágrimas, perda de sono, perda de memória, falta de concentração. Tudo por causa de pensar antecipadamente. E gastar energia até a exaustão. Compreenda isto e utilize ferramentas de relaxamento e concentração como a respiração, o yoga, a meditação. Se não der certo, parta para aboradgens mais assertivas como a picoterapia com um bom profissional. Mas aqui fica uma dica para você que frequenta meu blog. Se você tem uma formação espiritualista, recomendo buscar com afinco um profissional que tenha formação espiritualista ou holística. Será mais fácil e moderno. Você verá que os resultados serão melhores, mais rápidos e terão fim, o que não é gaantido em outros casos.

Depressão

O risco de ficar paralisados é grande se temos tendência à depressão. Parados. Estagnados. Sendo depressivos, temos muitas opções de ficarmos parados. TV, internet, games, smartphones, sofás, camas, cadeiras, quartos escuros, casas isoladas no campo, na serra, etc. Pois é, até no caso de casas na serra podemos pensar aqui, poxa, mas não tem nada neste caso. Tem sim! Povos que moram em países frios comprovadamente se recluem mais aos seus aposentos que os povos tropicais. E se tornam mais depressivos. Pensemos nisto também. O sol, nossa estrela mãe, é uma fonte de energia, que nos aquece e nos alimenta com catalisadores de produção de energia, os fótons. Que nos permitem um dia gostos de caminhada na praia, no campo, na floresta, ver um maravilhoso pôr-do-sol. Caríssimos amigos e irmãos de fé tenhamos a depressão como companheira para criar momentos de estudos e reflexão. Para evoluir. Para consultar este blog e outros caminhos para evolução (este aqui é apenas uma proposta...). Não para deixarmos a vida passar e escorrer pelos dedos das mãos. Energia boa tem que fluir. É natural do Universo. A entropia deve aumentar e para tal energia tem que se transformar para permitir esta transformação. Compreenda este fenômeno. Aplique à sua vida e será mais feliz.

Doenças do coração e no cérebro

As doenças nestes órgãos como o enfarto no miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC) são as doenças físicas mais comuns neste século. Neste texto não vou abordar com detalhes dados científicos e pesquisas, o que gostaria de fazê-lo um outro dia, com mais propriedade, ao terminar minha leitura de um execelente livro feito por um médico, agora que estou quase no fim da obra. Mas deixo uma pequena reflexão, muitos males são causados pela paralisia do corpo. A mente sã depende muito do corpo são, sabiamente diziam filósofos gregos.

Doenças do espírito

Porém, a espiritualidade humana vem tendo cada vez mais espaço tanto nos meios acadêmicos quanto nos meios leigos. As pessoas tem dado atenção ao apelo interior. A busca pelo Eu, pelo Self, pelo indivíduo, é uma caracaterística da nossa sociedade atual. Seja ocidental, seja mais ao oriente, onde este apelo já é milenar, nossa cultura vem dando maior tempo ao espírito. Porém, cabe um minuto de atenção: seriam as mídias eletrônicas um caminho positivo ou negativo na busca por esta seta? A intronização do ser humando em quartos e salas, comunicando-se pais, mães e filhos através de smartphones dentro de uma mesma casa não parece a busca pelo espírito e sim a busca pela inmformação e pelo entretenimento. O espírito ficou em segundo plano na maioria dos casos deste exemplo. Se a internet aproximou a humanidade e o conhecimento das culturas, das religiões, da beleza das filosofias do ocidente e oriente, da ciência e do futuro, deve-se ter atenção aos limites, pois senão o espírito adoece. O ser morre se o espírito adoece. Até a comunidade médica começa a aceitar esta realidade já expressa por Jesus e diversos seres de Luz que por aqui habitaram.

Em resumo, minha aboradagem é de que a calma e a espera deve ter sentido de esperança, mas nunca de imobilidade e principalmente de paralisia. O corpo, a mente e o espírito devem se movimentar. Sempre. Em busca da evolução. Isto se chama Saúde. O resultado se chama Felicidade. Porém, sempre em Paz. Palavras mágicas, totalmente com msentido para quem está em equilíbrio com o Cosmo.

Namastê.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Caminhos para edificação da Alma

Caminhos para edificação da Alma


Esta noite em especial meu coração está necessitando de colo. A caminhada tem sido difícil. Pensei demais na rota. Esqueci o caminho. Para edificação da minha própria alma. Preocupado em ajudar os outros, deixei de me perceber. Há anos isso acontece. Hoje parei para refletir o quanto a sociedade atual está se perdendo a guerra para a ansiedade. Estamos cada vez mais preocupados, nervosos, críticos. acho que estamos cada vez mais ocupados com a vida alheia e nos esquecemos do mais importante. Nós mesmos. Nossas lutas. Nossos remédios íntimos para a quebra da corrente que nos prende ao erro e à infelicidade. Resolvi olhar para dentro de mim mesmo. Hoje. Por isso, resolvi reforçar hoje a vontade que creio ser suprema: o caminho para edificação da nossa alma. Não a dos outros. Mas a nossa. Essa é a meta que cada um deve perseguir. Fazendo isso o mundo de regeneração vencerá a batalha e se tornará um mundo feliz. E eu quero estar aqui neste tempo. Seja com que corpo for. Namastê!

Imunização Espiritual



Imunização Espiritual

Se te decides, efetivamente, a imunizar o coração contra as influências do mal, é necessário te convenças:

que todo minuto é chamamento de Deus à nossa melhoria e renovação
que toda pessoa se reveste de importância particular em nosso caminho;
que o melhor processo de receber auxílio é auxiliar em favor de alguém;
que a paciência é o principal ingrediente na solução de qualquer problema;
que sem amor não há base firme nas construções espirituais;
que o tempo gasto em queixa é furtado ao trabalho;
que desprezar a simpatia dos outros, em nossa tarefa, é o mesmo que pretender semear um campo sem cogitar de lavrá-lo;
que não existem pessoas perversas e sim criaturas doentes a nos requisitarem amparo e compaixão;
que o ressentimento é sempre foco de enfermidade e desequilíbrio;
que ninguém sabe sem aprender e ninguém aprende sem estudar;
e que em suma, nos basta pedir aos céus, através da oração, para que baixem à Terra, mas também cooperar, através do serviço ao próximo, para que a Terra se eleve igualmente para os Céus. 

Autor: Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier



terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Há 50 anos Isaac Asimov previu um mundo sombrio e aborrecido para 2014


Há 50 anos Isaac Asimov previu um mundo sombrio e aborrecido para 2014

O escritor de ficção científica falhou ao imaginar que hoje as cidades estavam no mar, os carros voavam ou haveria colónias na Lua. Mas também falou da miniaturização dos computadores, do uso de robôs e de telecomunicações com som e imagem.
Imagem do filme Eu, robô: inspirado na histórias escritas por Asimov, que não são uma realidade que autor tenha previsto para 2014 

O escritor Isaac Isamov previu para 2014 uma civilização tecnológica com casas debaixo de terra, cidades no mar, colônias na Lua. Fê-lo há quase 50 anos, e apesar de não ter acertado em tudo, antecipou a miniaturização dos computadores, as centrais de painéis de energia solar nos desertos ou a acentuação das desigualdades entre ricos e pobres. O mundo de hoje de Asimov não teria Internet e seria sombrio com pessoas cuja única atividade seria a de cuidar das máquinas: “Os poucos sortudos que poderão estar envolvidos no trabalho criativo serão a verdadeira elite da humanidade, sozinhos vão fazer mais do que servir uma máquina.”

Estávamos em 1964, o primeiro de dois anos em que a exposição mundial de Nova Iorque esteve aberta ao público, entre Abril e Outubro, com o tema “Paz através da compreensão”. Os visitantes podiam ver as maravilhas tecnológicas que ainda estavam escondidas do dia-a-dia das pessoas – como os computadores –, fruto de uma sociedade onde o espírito de vanguarda se manifestava ali, no seu auge. No final da década, os Estados Unidos iriam pôr o homem na Lua, mas o ar já era outro, após o assassinato de Martin Luther King, no auge do movimento hippie e em plena contestação interna à Guerra do Vietnam.

Mas naquele ano, o autor de algumas das mais importantes obras de ficção científica do século XX visitou a exposição, viu as novidades tecnológicas de muitas empresas que estavam ali representadas, observou a evolução dos electrodomésticos nas décadas passadas, mas sentiu a falta do sabor do futuro – não havia nenhuma previsão de como estas máquinas iriam evoluir dali para a frente. Por isso, resolveu ele próprio fazer esse exercício. Num ato de futurologia, descreveu o mundo em 2014 e imaginou o que seria caminhar por uma exposição semelhante àquela, 50 anos depois, num artigo de cerca de 15 mil caracteres, publicado a 16 de Agosto de 1964 no jornal The New York Times.

“Um pensamento que me ocorre é que o homem vai continuar a afastar-se da natureza para criar um ambiente que melhor se adapte a ele”, escreve. Assim, para 2014, Isaac Asimov esperava a existência de janelas polarizadas para bloquear a luz exterior, casas suburbanas construídas debaixo de terra, como viu na exposição de 1964, com a temperatura controlada e livres das vicissitudes da meteorologia.

Os pequenos-almoços do futuro deixariam de ser um problema humano para passarem a ser feitos automaticamente pela cozinha. Bastava anunciar a hora do pequeno-almoço na véspera à noite. Os electrodomésticos manter-se-iam, portanto, na moda – como realmente estão –, mas sem cabo e ficha eléctrica e com “uma bateria de longa duração à base de radioisótopos”.

Para o homem que idealizou as três leis pelas quais os robôs se deverão reger, o mundo de 2014 ainda não seria governado por eles. As máquinas autônomas andariam aí, até poderiam fazer os trabalhos domésticos, mas não seriam muito sofisticadas. Os seus cérebros estariam contidos em “computadores miniaturizados”, feitos pela IBM.

Os aviões seriam muito importantes, mas mesmo os transportes terrestres iriam libertar-se do atrito das rodas. Carros iriam percorrer as cidades a poucas dezenas de centímetros acima do chão, graças a propulsão pelo ar. E haveria um esforço para desenvolver veículos computorizados que não precisam de ser guiados manualmente, algo que realmente a Google está tentando desenvolver. As cidades estariam ainda revestidas com tapetes rolantes para facilitar os trajetos curtos.

merica's Independent Electric Light and Power Companies/Paleofuture





























No mundo de Isaac Asimov, a Internet não existe, mas é nas telecomunicações que o escritor mais acertou: “As comunicações vão ter som e imagem e vai ser possível ver e também ouvir as pessoas no telefone. Os visores não vão ser só utilizados para ver as pessoas a quem telefonamos, mas para estudar documentos e fotografias e ler passagens de livros. Satélites em órbitas sincrônicas [geoestacionárias] no espaço tornaram possível ligar a qualquer pessoa na Terra, incluindo em estações meteorológicas na Antártica.”

Mas o escritor também falha ao referir “colônias na Lua”, o início da colonização das plataformas continentais no mar, ou que nos vamos alimentar de microorganismo e leveduras processadas que “estarão disponíveis numa grande variedade de sabores”. Isaac Asimov, que morreu em 1992 com 72 anos feitos em Janeiro, preocupava-se também com o futuro do crescimento populacional imparável, que, se não fosse travado, levaria o mundo, em 2450, a tornar-se numa “Manhattan concentrada”. Muito antes a sociedade já teria “colapsado”.

Nos seus cálculos, a população teria hoje 6500 milhões de pessoas, abaixo dos reais 7170 milhões, com desigualdades maiores. “Nem toda a população do mundo vai aproveitar os gadgets do futuro no seu pleno. Uma porção ainda maior da população de hoje não vai ter acesso a essa tecnologia e apesar de poder ter mais do que tem hoje a nível material, vai estar mais atrás quando comparada com a parte do mundo mais avançada”, escreveu.

Para Isaac Asimov, nessa sociedade das máquinas, a informática teria uma grande importância na formação das novas gerações. O trabalho seria então apenas o de comandar as máquinas, que substituem todas as atividades que antes eram feitas pela mão humana. Essa atividade, para o escritor, limitaria o espírito humano, com a “doença do aborrecimento”, em que só uma elite criativa estaria a salvo. “De fato, a mais sombria especulação que posso fazer sobre 2014 é que, numa sociedade de lazer forçado, a palavra do vocabulário mais gloriosa de todas será trabalho!”

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Paz!

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Percebi que há um senso de desânimo geral em nossa cidade. Conversando com amigos, colegas de trabalho e pessoas conhecidas que fazem parte de nossos dias ouvi relatos de que o Natal e o Ano Novo são coisas sem graça, chatas, sem motivo, etc. Percebi que este sentimento beira ao pessimismo e inunda a aura das pessoas. Lendo relatos de blogs de outros companheiros que militam na causa do bem, confirmo a minha impressão. Estamos sim, vivendo um período de transição. O mundo vive este momento. Mas o que devemos ter em mente é que a transição é para o bem. É positiva. Nosso planeta definitivamente deixará o tempo dos valores materiais para ingressar no tempo da valorização do conhecimento e do espírito.
Sugiro àqueles que tem estudado este momento mágico possam ecoar frases de ânimo e esclarecimento para que todos tenham capacidade de entender que é uma fase e que ela nos transformará. Todos seremos diferentes. Mas seriamente devemos tomar um partido. Queremos o material ou o espiritual? Queremos continuar a dar valor ao dinheiro e ao poder, seguindo a lição que tivemos desde que nos conhecemos como gente? Queremos ficar nosso tempo útil inteiramente no trabalho e gananciosamente passar por cima de nosso colegas, falar mal dos vizinhos e do seu próximo? Queremos continuar a matar o planeta, pensando em energia, empresas, bancos, politica, poluição, etc? Ou queremos valorizar as relações humanas, o entendimento, a compreensão das fraquezas humanas, a vida ecologicamente correta, o desenvolvimento sustentável, o fim das guerras, a natureza e suas flores, a poesia, o trabalho edificante, o lazer, a sabedoria, a família?

O que queremos de verdade irmãos? O que queremos ensinar para nossos filhos e alunos?